STJ mantém absolvição à equipe da Tática que era acusada de homicídio - O Diário - Mogi das Cruzes , Suzano e Região do Alto Tiete
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STJ mantém absolvição à equipe da Tática que era acusada de homicídio

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LAÉRCIO RIBEIRO
Ex-equipe da Força Tática, do 17º BPM/M, formada por dois sargentos, cabo e soldado, não voltará a ser julgada pela morte a tiros do autor do roubo de uma motocicleta em Mogi das Cruzes, Alan Patrick, de 17 anos. O advogado Celso Machado Vendramini, do Escritório Vendramini & Soares, impetrou recurso no Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, e foi mantida a decisão de absolvição no júri realizado por dois dias e encerrado em 22 de agosto de 2012, em Suzano.

O grupo ainda foi acusado de ocultação de cadáver, já que pesava a denúncia de que jogaram o corpo de Alan num rio, na Mogi-Bertioga. O crime teria sido praticado na noite de 11 de março de 2011. Alan e um colega roubaram uma moto, no Alto do Ipiranga, em Mogi, e fugiram para Suzano. Eles se separaram. O menor foi perseguido pela Força Tática até Suzano. Ele e a moto roubada nunca foram localizados.

O Ministério Público na época recorreu ao Tribunal de Justiça, em São Paulo. O pedido foi acolhido e determinado novo julgamento para os envolvidos. A defesa dos policiais ficou inconformada com a decisão e ingressou com recurso especial, afirmando que os jurados se basearam nas provas apresentadas.

Na época, apesar de não ser o responsável direto da equipe da Força Tática, o então comandante do 17º BPM/M, tenente-coronel Paulo Roberto Madureira Sales, e mais 28 policiais foram afastados pelo Comando do CPAM-12. Ao tomarem conhecimento da nova decisão da Justiça, alguns policiais atingidos disseram a O Diário que “a Justiça tardou, mas agora foi feita definitivamente”. A equipe que chegou a ser presa na ocasião continuará trabalhando normalmente na Corporação.

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