Reforma fajuta

Um ano antes das eleições em 2013 foi feita uma micro reforma da Previdência. A previdência pública à época já representava um peso esmagador, mas com o PT no poder, que gosta de um “estado forte”, aprovaram que somente os funcionários públicos admitidos após aquela data entrariam no esquema da aposentadoria privada. Resultado? Por volta de 2043, o último admitido em 2013 ainda estará se aposentando com “salário integral”. Como prevíamos, as contas públicas explodiram em 2017, cujo maior deficit continua sendo a “previdência pública”. Agora, novamente, um ano antes das eleições, farão outra micro maquiagem, mas que prejudicará apenas o trabalhador comum. O País continuará com esse peso gigante de um estado balofo, caquético, oportunista e celetista. Esse um milhão de aposentados do funcionalismo de hoje, mas que em dez anos serão mais dois milhões, continuarão travando qualquer crescimento que o País precisa, porque a cada ano que passa, tudo que for arrecadado será para pagá-los!  O País já está em xeque-mate, mas a reforma da Previdência não será “total e irrestrita”, porque novamente estão de olho nas eleições. O Brasil não suporta continuar com esse ônus.

Beatriz Campos
beatriz.campos@uol.com.br

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