Preso policial acusado de homicídio - O Diário - Mogi das Cruzes , Suzano e Região do Alto Tiete
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Preso policial acusado de homicídio

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Polícia obteve filmagem de Carlos fugindo após o crime

Polícia obteve filmagem de Carlos fugindo após o crime

LAÉRCIO RIBEIRO

O soldado Carlos Alberto dos Santos, de 35 anos, lotado no 32º BPM/M, em Suzano, foi preso nesta semana pela Corregedoria da Polícia Militar sob acusação de ter matado com dois tiros o ajudante Cláudio Eduardo Mendes, de 53 anos. O crime foi praticado, por volta das 2 horas, de 16 de abril último, na residência da vítima, na Rua José Garcia de Souza, no Jardim Imperador, porém o motivo ainda não foi divulgado. Ontem, o policial continuava encarcerado no Presídio Romão Gomes, em São Paulo, exclusivo da Corporação.

O juiz Fernando Augusto Andrade Conceição, da 2ª Vara Criminal, do Fórum de Suzano, atendeu ao pedido do delegado Eduardo Boigues, do Setor de Homicídios de Mogi das Cruzes, e decretou a prisão temporária de Carlos Alberto por 30 dias. Ao concluir o inquérito, a autoridade deve requisitar à Justiça que a prisão do suspeito se torne em preventiva, o que pode levar o soldado ser mantido na cadeia até o seu julgamento.

Carlos Alberto nega o envolvimento na execução. Ele teria chegado a registrar o furto de sua arma de uso particular, a qual conforme as investigações, é a mesma que foi usada para eliminar Cláudio.
Apesar da versão alegada pelo policial militar, os policiais civis Emilly, Pagano, Marcos e Celso, além da escrivã Gláucia, do Setor de Homicídios, durante as diligências, conseguiram filmagem das câmeras instaladas nas imediações do local do crime, que registraram a fuga de Carlos Alberto. Ele até tentou esconder o rosto com um boné e vestia bermuda e camiseta.

O juiz Fernando Augusto também expediu mandado de busca e apreensão aos policiais visando tentar encontrar a arma de Carlos Alberto na casa dele, no Jardim Imperador.

A Polícia esclareceu que Cláudio Eduardo na madrugada do crime chegou em casa com o irmão Ailton, de 58 anos, e a cunhada Ilza, de 45 anos. O casal se adiantou e já entrou para o interior da residência, sendo que apenas ouviram os dois disparos efetuados contra a vítima, a qual ficou para trás fechando o portão. Segundo a família, Cláudio era ‘uma pessoa tranquila’.

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