Polícia prende suspeitos de integrar o PCC - O Diário - Mogi das Cruzes , Suzano e Região do Alto Tiete
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Polícia prende suspeitos de integrar o PCC

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Homens são acusados de de agir com fuzis, metralhadoras e armas automáticas. (Foto: Laércio Ribeiro)

Homens são acusados de de agir com fuzis, metralhadoras e armas automáticas. (Foto: Laércio Ribeiro)

LAÉRCIO RIBEIRO
Uma quadrilha com 11 criminosos investigada em 21 assaltos a bancos na Capital, Grande São Paulo e no Interior foi descoberta pelo delegado titular Alexandre Batalha, do Núcleo de Roubos de Cargas e do 3º DP, em César de Souza. O grupo provocou prejuízo estimado em R$ 1.6 milhão, segundo disse, ontem de manhã, a autoridade policial. Ele coordenou a “Operação Cofre Fechado”, mobilizando 98 homens e 36 viaturas, liberados pelo diretor do Demacro, Albano Davi Fernandes como destacou o seccional Marcos Batalha. “Até o Grupo de Responsabilidade Tática foi empregado”. Só ontem, foram capturados 5 bandidos em Itaquera e Guaianases, na zona leste de São Paulo; já outros quatro foram detidos anteriormente, porém continuam foragidos os irmãos André Alves de Melo, de 30 anos, e Diego, de 31 anos. O bando praticava os crimes utilizando fuzis, metralhadoras e armas automáticas.

“Os assaltantes pertencem à facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital)”, afirma Alexandre. Segundo ele, o grupo é extremamente perigoso e já assaltou em agosto último a agência bancária do Santander, em Biritiba Mirim. De acordo com o seccional Marcos Batalha, os envolvidos já têm antecedentes criminais.

Os assaltantes Rafael Oliveira Rodrigues, de 32 anos, Vinicius Martins, de 20 anos, José Edson Menezes, de 39 anos, Cleber Costa Chagas, de 39 anos, e o irmão Clayton, de 33 anos, estão com a prisão temporária decretada.

Na casa de um dos envolvidos que escapou, as equipes encontraram R$ 100,4 mil roubados. O investigador chefe Maurimar Batalha, do 3º DP, explicou que José Edson, o “Pequeno” era o chefe da quadrilha. Na última quinta-feira, Eduardo Santos Ribeiro, de 32 anos, foi preso por sua equipe na Mogi-Dutra. Ele deu nome falso e portava R$ 5 mil.

O trabalho do delegado Alexandre tem ganhado destaque junto à cúpula da Polícia Civil, em São Paulo. Na semana passada, ele e os seus policiais Maurimar, Michel Castilho, Alexandre Fernandes e Thales Dias de Campos Adriano foram homenageados na Assembléia Legislativa, na Capital, pelo planejamento e execução da ‘Operação Pequim”, que em março levou para a cadeia 18 autores de roubos a casas e comércios em Mogi e São Paulo.

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