Kleina revê Palmeiras reconstruído - O Diário - Mogi das Cruzes , Suzano e Região do Alto Tiete
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Kleina revê Palmeiras reconstruído

Esportes, Futebol

No futebol contemporâneo, prolifera o perfil do técnico “professor”, que a cada entrevista ensina com conceitos as complexidades táticas do esporte: compactação, terços, giros, e mais outros termos que parecem saídos de um manual de engenharia.
Gilson Kleina, 49, não faz essa linha. Com saudações descontraídas como “meu galã” e “meu bruxo”, ele cativou o elenco da Ponte Preta, que eliminou o favorito Santos nas quartas de final do Paulista e hoje recebe o Palmeiras no Moisés Lucarelli pelo primeiro jogo das semifinais do campeonato.
“A gente até brinca aqui que você vai conversar com treinador da base e é só ‘último terço’, ‘giro na um, giro na dois’, ‘compactação’ (…) Os termos que eu uso com meus atletas são para que eles entendam. Acho que futebol tem que ser objetivo e transparente”, explica.
Kleina reencontrará o Palmeiras, pelo qual passou entre 2012 e 2014, quando não conseguiu livrar o time do rebaixamento, mas venceu a Série B no ano seguinte. Para ele, o começo do projeto grandioso que hoje marca o clube alviverde foi durante sua passagem.
Kleina tem uma missão que durante 116 anos nenhum outro treinador conseguiu cumprir: conquistar um título pela Ponte Preta. “O desafio é muito grande de trazer um título para essa torcida tão dedicada, e acho que agora chegou a hora”.

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