Histórias da Bola 27 de janeiro - O Diário - Mogi das Cruzes , Suzano e Região do Alto Tiete
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Histórias da Bola 27 de janeiro

Esportes

GERSON LOURENÇO
Um duelo direto pelo G-4. Este é o maior atrativo do jogo de hoje entre Mogi/Helbor e Paulistano, pela segunda rodada do returno da etapa de classificação da 9ª edição do Novo Basquete Brasil (NBB9). Além disso, se o histórico do confronto dos times prevalecer, os mogianos voltam da Capital, em pega programado para as 19h30 – no Ginásio Antônio Prado Júnior – com mais um resultado positivo. As equipes fazem campanhas semelhantes, com o elenco do Alto Tietê à frente com 9 vitórias em 15 jogos, quando o grupo adversário possui uma vitória a menos, no mesmo número de partidas.

A briga pelo G-4 está intensa e Mogi e Paulistano seguem na cola do grupo dos quatro primeiros colocados que vão direto às quartas de final da 9ª edição do NBB. Por isso, a vitória é fundamental para as duas equipes.

Os mogianos ocupam o quinto lugar, com 60% de aproveitamento – resultyado de 9 vitórias em 15 partidas. O time da Capital aparece na 9ª colocação, com 53,3% de aproveitamento – oito vitórias em 15 duelos.

Hoje são oito equipes lutando pelo terceiro e quarto lugares: Vitória (9 vitórias em 14 jogos), Pinheiros (9/15), Mogi (9/15), Bauru (9/15), Vasco (8/14), Franca (9/16), Paulistano (8/15) e Campo Mourão (8/15). Líder e vice-líder, Flamengo e Brasília, respectivamente, estão acima dos demais e brigam pela ponta do nacional.

No histórico dos times no NBB uma curiosidade. Até a temporada passada, o time que venceu no primeiro turno repetiu a dose no returno. Em oito confrontos de total equilíbrio, foram quatro vitórias para cada lado. O Mogi venceu os duelos da temporada 2013 e 2015, enquanto o Paulistano foi melhor nos dois jogos de 2014 e do ano passado.

Nesta temporada, o Mogi passou à frente, ao vencer a partida do primeiro turno, por 86 a 55, no Ginásio Municipal Hugo Ramos. Resta saber se a história vai se repetir hoje e pender para o lado mogiano. Quando se coloca o Campeonato Paulista e a Liga Sul-Americana na estatística, o equilíbrio também prevalece, com 9 resultados positivos parta cada lado.

Para o técnico Guerrinha, o retrospecto não significa nada nem para quem vence nem para quem perde. Ele espera mais um jogo duro contra o Paulistano. “Esperamos fazer uma boa partida e sair com a vitória. Acho que retrospectiva não garante nada. A gente pode ter perdido de uma equipe e ganhar. É o jogo do dia que vai determinar”, analisou.

O jogo de hoje marca a última partida do Mogi da série de oito em 22 dias – média de um duelo a quase três dias. Na maratona mogiana, o grupo do técnico Guerrinha foi vencedor em quatro partidas e perdeu três – foram cinco jogos em casa.

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