Guarda Municipal pode ter sido assassinado, em Mogi

Após receber o laudo preliminar do médico legista Eduardo Umberto Lisbão, o delegado titular Argentino da Silva Coqueiro, do Distrito Central, encaminhou no fim da tarde de ontem o Boletim de Ocorrência 2520/2016 sobre morte suspeita ao Setor de Homicídios. Diante da medida, a Polícia Civil já tem indícios suficientes para afirmar que o guarda municipal Wilson Pereira Franca, de 59 anos, foi assassinado no começo da tarde desta quarta-feira, na casa dele localizada na Rua dos Vicentinos, na Vila Natal.
“Pelo laudo do legista já temos informações que ele (o guarda) recebeu uma gravata (golpe) no pescoço ou o criminoso o segurou com uma cinta, apertando-o até ele ficar sem ar”, explicou Coqueiro.

Segundo ele, o doutor Lisbão complementará o laudo, dando mais detalhes da circunstância em que ocorreu a morte do guarda municipal.

Inicialmente, o caso foi registrado como morte suspeita na tarde de quarta-feira, no B.O. elaborado pelo investigador chefe Luiz Roberto Bourg a pedido do delegado Gustavo Henrique Bezerra da Cunha, de plantão no Distrito Central.
A namorada de Wilson, a massoterapeuta Rosemeire Aparecida da Silva, de 49 anos, disse aos policiais que ao chegar na casa já encontrou Wilson aparentemente dormindo, mas logo ao tocá-lo verificou que ele sangrava pela boca e chamou a Polícia Militar.

LAÉRCIO RIBEIRO