Geração “Z” - O Diário - Mogi das Cruzes , Suzano e Região do Alto Tiete
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Geração “Z”

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Cláudio Costa
Dando continuidade aos artigos relacionados ao “Mundo dos Negócios”, considerando uma visão mais contemporânea, vamos falar um pouco sobre as mudanças de comportamento nas ultimas gerações.

Muito se falou sobre os Millennials ou geração “Y” que são os cerca de 83 milhões de jovens nascidos entre 1980 a 1994, mas hoje vamos abordar a Geração “Z”, ou GenZ, nascida entre 1995 a 2012.

Os “GenZ” são cerca de 73 milhões de estudantes que saem agora da faculdade e vão para o mercado de trabalho com características muito diferentes da geração anterior.

Uma grande diferença é que a Gen Z já nasceu conectada digitalmente e sequer lembra do mundo antes do Wi-Fi e por isso é também considerada

“phigital” ou seja, todo aspecto físico tem um aspecto digital equivalente.

Em recente pesquisa com jovens “GenZ” descobriu-se que uma grande maioria prefere:

  • Trabalhar em ambientes fechados do que ambientes abertos

  • Trabalhar de forma independente do que colaborativa

  • Criar sua própria descrição de funções de forma ampla com varias habilidades diferentes e multifuncionais



  • Trabalhar em organizações comprometidas com causas sociais alinhadas ao seu próprio propósito

  • Ter uma vida mais privada e menos expostas nas redes sociais.

Resumidamente é uma geração menos gananciosa e entende que ganhar ou perder faz parte do jogo da vida e, neste sentido, eles estão sempre prontos a tentar sem o receio de falhar o que os torna mais independentes, focados e impetuosamente mais competitivos.

Importante lembrar que acima de tudo existe, por parte deles, uma clara intenção de transformação e mudança para um mundo melhor menos corrupto e preservador de tudo aquilo que faz bem.

As empresas que pretendem se manter competitivas precisam essencialmente entender estes aspectos de forma a alinhar seus valores no sentido de atrair e reter profissionais capazes de conduzi-las ao sucesso, mas não esquecendo, no entanto, que o equilíbrio entre diferentes formas de pensar e agir são essenciais no processo continuo de tomada de decisão.

Cláudio Costa é empresário e economista.

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