Gabriela Jimenes - O Diário - Mogi das Cruzes , Suzano e Região do Alto Tiete
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           PLUGADO

Gabriela Jimenes

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_Por que escolheu ingressar na área de Marketing?

edt1Comecei a trabalhar na área da comunicação com 15 anos de idade na agência de eventos da minha tia Neusa Berti,como recepcionista. Eu falava que quando crescesse iria ser como ela. Adorava ficar no shopping de madrugada ajudando-a a montar feiras. Logo, soube que queria trabalhar com isso. Me formei na Universidade Braz Cubas em Marketing e Comunicação Promocional.

_Como foi parar na área de Eventos da TV Diário?
Há doze anos organizo eventos como “freelancer” e foi em um evento de Natal da TV, que um “freela” me deu a oportunidade de ficar. Na época da faculdade eu morava na rua da TV Diário e quando passava em frente, pra pegar o ônibus, eu falava “vou trabalhar aí”. Desde então entreguei projetos de eventos na portaria, falava com amigos e um dia uma pessoa especial, o Marcos Vinicius de Faria, me indicou para esse trabalho. Fiz, fiquei e hoje sou coordenadora de Eventos e dos Projetos Sociais da TV. Na programação, nós criamos ações de divulgação e lançamentos dos quais o meu foco é o telespectador.
_E os projetos sociais? Como apareceram na sua vida?
Sempre fui envolvida com projetos. Desde pequena, minha família levava eu e meus primos em um abrigo, e me ensinavam nas pequenas coisas do dia a dia. Como meu objetivo não é o assistencialismo, apesar de que em situações de emergência nós fazemos, eu ficava frustrada com o só ajudar e pra mim a verdadeira ação social é aquela que muda a vida das pessoas. Então, comecei a criar projetos e ações sociais que motive as pessoas a algo novo. Com alguns amigos, tenho uma ONG que se chama Amigos por uma causa e realizamos ações para qualquer causa.
_Como surgiu a oportunidade de ir para a África?
Ir para a África era o meu sonho, e a oportunidade surgiu através de um bombeiro que conheci em um dos eventos que organizei. Ele era coordenador de um orfanato e sabendo desse sonho me convidou para ir conhecer o Projeto, no Senegal. Fui para captar imagens, falar sobre a realidade deles e ajudar de qualquer forma. Acabou que quem foi mais ajudada fui eu! Diante de tudo que vi e vivi nos 25 dias que fiquei na Aldeia na casa de africanos e participando das atividades do orfanato, a pobreza, pouca comida, doenças, eu só conseguia pensar “como sou mimada”. O maior aprendizado foi saber que mesmo com todo o sofrimento, as crianças do Senegal são muito felizes. Elas não reclamam das dificuldades, e olham tudo com muito otimismo e alegria. Dançam e sorriem o tempo todo. Concluí que elas são felizes porque não conhecem a riqueza. Nós, que a conhecemos, ficamos frustrados tentando conquistar algo que não precisamos.

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