Belini assina mais de mil esculturas - O Diário - Mogi das Cruzes , Suzano e Região do Alto Tiete
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Belini assina mais de mil esculturas

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O mogiano demonstrava desde criança aptidão para as artes e foi a partir de uma obra produzida na época de estudante de Ensino Médio que ele teve a certeza de que queria se tornar artista plástico / Foto: Eisner Soares

O mogiano demonstrava desde criança aptidão para as artes e foi a partir de uma obra produzida na época de estudante de Ensino Médio que ele teve a certeza de que queria se tornar artista plástico / Foto: Eisner Soares

Bem cedo, o mogiano Belini Romano mostrava aptidões um pouco diferentes das crianças de sua idade. Quando ganhava um carrinho ou uma bicicleta ele não via a hora de fazer modificações nos objetos, acrescentado, por exemplo, algumas rodas. As brincadeiras deram certo e hoje artista plástico, formado em Educação Artística desde 1991 pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), conta com mais de mil esculturas no currículo e 35 anos de carreira.
Além das brincadeiras na juventude, quando ainda estava no Ensino Médio, Belini participou na escola de um concurso de artes em geral. Foi aí que resolveu fazer sua primeira escultura. O sucesso de sua primeira obra foi inesperado, mesmo que tudo tenha acontecido dentro da unidade de ensino. Ainda sem muitas técnicas, o artista conta que demorou para que tudo ficasse da maneira que ele queria, mas que no final o troféu em formato de árvore elaborado por ele deu certo.
A partir dali o mogiano não tinha mais dúvidas do que iria querer fazer para o resto da vida. Entretanto, sabia que a vida de artista nem sempre é fácil e, por isso, fez curso técnico de mecânica. O aprendizado foi de extrema importância, já que, dentro da área, Belini teve a oportunidade de trabalhar durante 30 anos na Gerdau, antes conhecida como Aços Anhanguera e Aços Villares. O emprego também foi essencial para que ele pudesse construir sua carreira como artista. Dentro da empresa mantinha um ateliê e tinha ainda uma fonte para o material que utiliza em suas esculturas: a sucata.
Lá dentro começou então a aperfeiçoar cada vez mais suas técnicas, e a fazer cada vez mais obras. Hoje, Belini comemora a existência de algumas peças que têm grande valor sentimental para ele. Exemplo disso é a grande escultara do Bandeirante, vista na entrada da Cidade e toda confeccionada por ele. Algumas esculturas que ficam em seu ateliê, que ele fez sem que ninguém encomendasse, também representam bastante para o mogiano. Em acervos particulares, ele conta que possuí obras até mesmo em outros países.
Desde fevereiro aposentado da indústria, Belini pretende agora se dedicar ainda mais à arte. Não apenas na confecção de esculturas, mas também politicamente, participando de reuniões dos artistas da Cidade, por exemplo. Quando tem um tempo livre, o artista gosta de estar com os amigos, com a família e também de viajar. (Larissa Rodrigues especial para O Diário)

  • Com os filhos Leonardo e Tainá Romano
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  • Com a sobrinha Ilizandra
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  • Pose especial junto a uma de suas obras em exposição no Centro Cultural de Mogi das Cruzes
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Curto Circuito

Viver em Mogi é…
Viver entre amigos e boas oportunidades de sucesso
O melhor da Cidade é…
A qualidade de vida cada vez mais voltada a educação e preservação ambiental, entre outras
E o pior?
Nada é perfeito… Gosto desta Cidade linda onde nasci e vejo a maioria das pessoas voltadas para o bem.
Encontro paz de espírito…
Perto da família e em meu ateliê
Pra ver e ser visto…
Tenho que crescer em todos sentidos
Meu prato preferido é…
Bife esquisito.
Livro de cabeceira…
Os segredos da mente milionária
Peça campeã de uso do meu guarda-roupa?
Regata
O que não tem preço?
Saúde.
Uma boa pedida é…
Viajar
É proibido…
Querer o mal do próximo, pois a lei do retorno é certa
A melhor festa é…
Churrasco entre amigos
Convite irrecusável…
Tomar um café no Salin’s Centro Cultural
O que tem 1001 utilidades?
Dinheiro
Meu sonho de consumo é…
Uma lancha cabinada
Qual foi o melhor espetáculo da minha vida?
Gonzaguinha no Náutico, com letras que fazem parte de minha vida até os dias de hoje
Cartão-postal da Cidade…
O Bandeirante da entrada da Cidade, é claro
O que falta na Cidade?
Mais tratamento de esgoto, melhorar a politica de coleta seletiva do nosso lixo e mais emprego
Qual é a química da vida?
O sexo
Deus me livre de…
Ficar inútil

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